G ~ N(0, 1): gravidade na alta; idade, fração de ejeção e comorbidades são geradas a partir de G.
U ~ N(0, 1): fragilidade, independente de G e ausente dos dados “reais”.
logit P(A = 1) = −0,4 − γ·G − η·U no mundo observacional; P(A = 1) = 0,5 no ensaio. γ é o confundimento por indicação, η a força de U.
M = 135 − 15·A + ε: pressão arterial sistólica depois de iniciar A (mediador).
h(t) = h₀(t)·exp(0,7·G + 0,9·η·U + βₐ·A + βₘ·(M − 135)/10), com h₀ de Weibull decrescente (risco concentrado logo após a alta). 60% do efeito de A (no log-risco) passa por M.
T(1), T(0): os dois tempos potenciais de cada paciente usam o mesmo sorteio; observamos só T(A). Y = 1 se T ≤ 12 meses.
Censura: exponencial, calibrada para a perda de seguimento escolhida; na versão informativa, a taxa cresce com G.
Registro C: logit P(C = 1) = −1 + 1,2·A + 1,6·Y. É um colisor de A e Y.
Caso fictício, construído para fins didáticos; números ilustrativos. O ATE mostrado é o da amostra sorteada (média de Y(1) − Y(0) nos pacientes simulados). Estações 1, 3, 4 e 5 usam o desfecho em 12 meses sem censura, para isolar o confundimento; as curvas das estações 2 e 4 usam os dados censurados.